“Foi nossa segunda vitória consecutiva, importantíssima para o grupo, pois nos dá mais confiança. Estamos ainda mais unidos, deu para perceber em Curitiba. Jogamos com 10 e mostramos a cara do Flamengo. Os jogadores deram a alma”, afirmou.
Eduardo da Silva concluiu com a cabeça a jogada que definiu a partida no Couto Pereira. Apesar não ter uma estatura tão destacada, o jogador costuma marcar muito desta maneira. Segundo ele, o segredo foi o período no futebol europeu.
“Isso é posicionamento, escola e sorte. Praticamente fui formado na Europa, passei por treinadores que me ensinaram a cabecear. Quando a bola vem, o negócio é não mexer muito. Fazer o simples, botar no contrapé do goleiro, fica mais difícil pra ele”, revelou.
Um pouco de lado com Luxemburgo, nesta temporada, o brasileiro naturalizado croata voltou a ser titular com Cristóvão Borges. No Rubro-Negro, Eduardo da Silva sempre agradou pela qualidade técnica, mas tinha a sua escalação contestada devido a questão física. Segundo ele, atualmente, não há nenhuma restrição que o impeça de atuar durante uma partida completa.
“Não é questão de má fase, eu não vinha jogando muitos jogos. Agora estou dando um pouco de sequência e ganhando confiança. Estou bem fisicamente. Já joguei 90 minutos. Quando saio no segundo tempo é normal, opção do treinador, nada a ver com parte física”, concluiu.
Fonte: O Dia

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