Na quarta-feira passada, em entrevista à "Rádio FM O Dia", garantiu que há um mútuo desejo pela continuidade, contudo deixou expressa a vontade de ter uma valorização dentro do Flamengo ao dizer que reduziu seus ganhos tanto em 2009, quando deixou o Catar para ganhar projeção em seu país com as conquistas do Carioca e do Brasileiro pelo Fla, como em 2015, ao rescindir com o Corinthians. A proposta chinesa, aliás, é vista como argumento para barganhar um aumento junto aos diretores.
- Existe interesse do clube e do atleta. Na primeira vez que joguei no Flamengo, vim com contrato de quatro meses, de risco. Nem preciso dizer que o salário era completamente diferente do que era no Catar. Cheguei ganhando 5, 10% do que ganhava lá. Esse ano voltei na mesma situação. Saí do Corinthians com um salário muito legal. Estou amarradão aqui no Flamengo. No que depender de mim, ficarei no Flamengo até o fim da carreira. Quero jogar até onde me sinta bem.
Sheik, que em 2015 viu sua popularidade crescer com a torcida rubro-negra ao enfileirar provocações a Vasco e Fluminense, tem contra si a língua afiada. Ficou fora de três jogos do Brasileirão devido a gancho provocado por ofensas ao árbitro do duelo de volta contra o Cruz-Maltino pela Copa do Brasil - "esse juiz é uma m...", disparou contra Wilton Pereira Sampaio. A entrega em campo e o vigor físico, aliados ao cumprimento dos horários, lhe dão dentro do clube tratamento de liderança positiva.
A renovação é incerta, todavia a participação de Sheik contra o Santos é garantida. Só não enfrentou o Orlando City, no domingo, justamente pelo fato de Oswaldo considerá-lo indispensável.
- Eu quis poupá-lo. Primeiro para ele não correr nenhum risco e segundo para estar pronto para enfrentar o Santos e a Ponte Preta em seguida - explicou o treinador.
Fonte:Globoesporte.com

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