Depois de anunciar a não renovação de contratos de Emerson Sheik e Paolo
Guerrero, a diretoria corintiana começou a trabalhar em cima de uma
outra possível baixa, a de Elias. O Flamengo fez uma sondagem pelo
jogador, na semana passada, a negociação começou a acontecer, mas um
mal-estar paralisou qualquer tipo de tratativa.
As portas de saída do Parque São Jorge, no entanto, não estão fechadas.
A forma como tudo aconteceu desagradou ao atleta, que passou a dizer
internamente que não abandonaria o barco, que só sairia se fosse para
ajudar as finanças do clube e, de preferência, para times de fora do
Brasil.
Tudo começou com uma ligação para Elias, quando o time rubro-negro
foi direcionado para a diretoria alvinegra. Pouco depois, o
meio-campista foi, então, avisado pelo seu atual clube que a saída
estava certa. Sem saber nada sobre o futuro, quanto ganharia, por quanto
tempo de contrato, não gostou da notícia que recebeu e ficou mais
irritado quando, em poucas horas, a imprensa já comentava a informação.
O jogador teve de fazer uma reunião com o presidente e outros membros
da cúpula corintiana para resolver a situação, no sábado. Na conversa,
ele disse que não sairia dessa forma e que não partiria dele a decisão
de romper o contrato vigente, que vai até 2017; ao menos não para ir ao
rival carioca, sua ex-equipe.
No dia seguinte, neste domingo, ficou no banco de reservas, no empate
contra o Fluminense, entrando no finalzinho, após ser titular em quase
todas as partidas do ano, com a justificativa de “opção técnica”,
segundo Tite, na coletiva de imprensa no Maracanã.
A diretoria alvinegra avalia agora o que fazer, mas não fechou a negociação.
O recado passado pelo atleta, portanto, é de que o clube paulista
terá de bancar a sua saída, assumindo a decisão de vendê-lo, por
questões financeiras, e de que não vai sair como mercenário.
Fonte: espn.com.br

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