Andrés Sanchez, superintendente e ex-presidente do clube, foi um dos defensores da não utilização do camisa 9, diante de toda a situação envolvendo a negociação. O atleta negocia com o Flamengo e isso também colaborou para o veto ao centroavante. No mais tardar nesta quinta-feira, ele deve se despedir do clube.
A cúpula do Parque São Jorge nega, mas há informações de que existia pressão das torcidas organizadas para que o jogador não aparecesse no estádio. Chamando o atleta de “mercenário” pelo pedido de R$ 18 milhões, elas apoiaram a não renovação do contrato.
Como mostrou o Blog Dois Toques, qualquer iniciativa de “festa” de despedida já tinha sido desconsiderada pela diretoria, justamente pela possibilidade de Paolo defender em breve uma outra equipe nacional.
Antes de anunciar o fim das tentativas, o Corinthians pagou 100% do que devia ao jogador, em um empréstimo conseguido na semana da eliminação da Libertadores, numa última tentativa para um novo acordo. Mesmo assim, a renovação não aconteceu.
Fonte: ESPN

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