É bobagem sentir saudades de quem nunca vi? Porque se for, sou uma boba. Mas adoro ser assim. Porque eu sinto saudades tuas como se já te tivesse tocado, visto e falado.
Tu já me pertences de um jeito que nem eu mesma entendo. E quero continuar a não entender, porque é a solução para não me sentir sozinha e para alimentar a minha esperança.
A esperança é uma palavra infinita. Não tem começo, meio ou fim, já o era antes de ser. É mais do que uma palavra, é um sentimento bom, e tem o efeito de um calmante e da alegria do teu sorriso.
Esse jeito que me pertences é a luz na escuridão, é a paz na confusão, é o sorriso na tristeza, é a força na fraqueza e o amor que me faz viver.
Deixa-me confidenciar-te uma coisa: eu te guardei a sete chaves em mim, não te vejo, não te toco mas sinto-te. É que quando o meu coração bate és tu que o moves. Guardei-te só para mim, só do meu jeito, e vejo-te da forma como o meu coração te vê não como os meus olhos enxergam. Joguei as chaves fora, em mim fizeste cicatriz e te lembrarei sempre, em cada esquina, em cada rua, em cada estação, em cada silêncio, barulho, em cada palavra, gesto, em tudo te lembrarei e te tornarei eterno. Amor de fã é um amor além da vida, e eu morrerei com ele e o sentirei até onde me for possível.

Nenhum comentário:
Postar um comentário