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terça-feira, 21 de abril de 2015

Amor além da vida...

Quantas vezes me perco admirando as tuas fotos? Atento em cada detalhe teu, em cada traço de ti. Sorrio sem dar conta sempre que te vejo sorrir, emociono-me ao ver o quanto os teus olhos brilham. Se eu pudesse guardava-te pra sempre só para passar a vida a admirar-te. Chega a ser doloroso guardar um sentimento tão imenso assim. Mas ao mesmo tempo é o sentimento mais reconfortante que sinto.
É bobagem sentir saudades de quem nunca vi? Porque se for, sou uma boba. Mas adoro ser assim. Porque eu sinto saudades tuas como se já te tivesse tocado, visto e falado.
Tu já me pertences de um jeito que nem eu mesma entendo. E quero continuar a não entender, porque é a solução para não me sentir sozinha e para alimentar a minha esperança.
A esperança é uma palavra infinita. Não tem começo, meio ou fim, já o era antes de ser. É mais do que uma palavra, é um sentimento bom, e tem o efeito de um calmante e da alegria do teu sorriso.
Esse jeito que me pertences é a luz na escuridão, é a paz na confusão, é o sorriso na tristeza, é a força na fraqueza e o amor que me faz viver.
Deixa-me confidenciar-te uma coisa: eu te guardei a sete chaves em mim, não te vejo, não te toco mas sinto-te. É que quando o meu coração bate és tu que o moves. Guardei-te só para mim, só do meu jeito, e vejo-te da forma como o meu coração te vê não como os meus olhos enxergam. Joguei as chaves fora, em mim fizeste cicatriz e te lembrarei sempre, em cada esquina, em cada rua, em cada estação, em cada silêncio, barulho, em cada palavra, gesto, em tudo te lembrarei e te tornarei eterno. Amor de fã é um amor além da vida, e eu morrerei com ele e o sentirei até onde me for possível.

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