Luiz Gustavo era homem de confiança de Luiz Felipe Scolari
e nada mudou para ele com a volta de Dunga à seleção brasileira. Titular nos
seis jogos da segunda passagem do treinador, o volante tem tudo para caminhar a
passos largos rumo à Copa América. mas prefere ficar com um pé atrás. Se
possível até os dois.
- Eu sou sempre pessimista. Não fico acomodado. Sempre
procuro trabalhar, melhorar, evoluir. Ninguém tem lugar cativo, nunca vai ser
unanimidade – disse.
Luiz pode até não ser unanimidade, mas dos volantes convocados
por Dunga é o que mais tem características de marcação, o que também não o
permite ficar de braços cruzados.
- Nós temos muitos jogadores, sempre aparece um jogador
novo, que tem que ser colocado, utilizado. A equipe muda. Os jogadores que
estão aqui precisam estar entrosados e focados nos objetivos, para que possamos
formar um grande grupo.
Luiz Gustavo estava na Copa do Mundo do Brasil, viveu o
vexame do 7 a 1 contra a Alemanha e tenta ajudar a Seleção a refazer sua
imagem. Para ele, o amistoso contra a França, nesta quinta-feira, em Paris, é
mais uma oportunidade de virar o jogo da equipe brasileira.
- É sempre bom fazer jogos contra grandes equipes, contra a
França vai ser um jogo desse, todo mundo quer jogar. Nesses jogos podemos tirar
uma medida boa da qualidade da nossa equipe e de evolução. Acho que é sempre
bom convencer contra grandes equipes. O que vai representar não nos interessa. Temos
ambição de ganhar dessas grandes seleções porque temos qualidade para isso –
frisou.
Apesar de
recorrente, a Copa é tratada como página virada para o volante. Ainda mais em
um ano em que o Brasil disputará a Copa América, no Chile, e começará a
campanha das eliminatórias de 2018.
- Passou e temos que viver o futuro, tentar melhorar o que
nós podemos. Não temos como fazer mais nada. O que vai importar, o que vai
valer é o que estamos fazendo. Vamos procurar fazer isso.

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